04/12/07

TERMINUS 51: COISAS DO MUNDO


Processos contra Deus
Billy Connolly interpretou a primeira pessoa a interpor uma acção judicial contra Deus (geeks do IMDB corrijam-me se estiver enganado, s.f.f.).

À ficção seguiu-se a realidade.
Primeiro foi um senador americano, depois foi um recluso romeno. Há melhor bode expiatório que um fulano capaz de fazer tudo e que ninguém sabe onde está para prender? Genial, é o mínimo que se pode dizer.

Lifting animal
José Castelo Branco quer fazer um lifting ao seu cão. De alguém que não respeita a sua própria natureza, o que seria de esperar?

Índia vs. EUA
Na Índia, um homem casou-se com uma cadela e um miúdo de 10 anos fala onze línguas.
Nos Estados Unidos, um homem comeu 103 hamburgers em oito minutos e um ministro britânico de origem islâmica foi detido no aeroporto pelo Departamento de Defesa por suspeitas de terrorismo após ter tido várias reuniões sobre terrorismo com esse mesmo departamento.

Coragem vs. Violência
Um miúdo brasileiro de cinco anos deixou-se levar pela fantasia de ser o Homem-Aranha e arriscou a sua vida para salvar um bebé de um prédio em chamas.
No Reino Unido, uma ama asfixiou com uma almofada o bebé que estava à sua responsabilidade.
CONCLUSÃO:
De vez em quando tenho de trazer estas coisas para nos lembrarmos que o mundo não é só humor. Também há estupidez e coisas lamentáveis.

TERMINUS 50: TOCA A GANHAR QUANDO O TELEFONE TOCA


Liliana Aguiar, Patrícia Henrique e Vanessa Palma; a primeira na TVI, as outras duas na SIC. São estes os nomes que devemos dar às moças que todas as madrugadas tornam mais agradáveis as noites de muitos homens com insónias ou com horários de trabalho trocados. Umas com ar mais inteligente que outras, é certo, mas se tirarmos o som do televisor o nível de sapiência fica ela por ela.
Embora saiba que há um gajo no programa da SIC, estou só a falar das gajas porque há nessa figura masculina muita coisa que não se percebe. Eu entendo que o objectivo do programa é manter as pessoas acordadas de madrugada. Se é para isso podiam fazer como eu fazia quando era imaturo e pouco ciente dos meus actos e irem tocar às campainhas das portas às tantas da noite. Dois toques, um dedo para campainha e ‘tá feito. Faziam mais exercício e chegavam a mais gente. Mais importante: mostravam determinação e empenho.
De qualquer modo deixei-me disso. Até porque esta semana as noites já começaram a ficar mais frias. Em vez disso, decidi optar por usar o telefone. É claro que hoje em dia há mais gente com telemóvel do que com telefone e que muitos desligam o telemóvel durante a noite. Porém, com um pouco de paciência e persistência ainda se consegue incomodar e acordar algumas pessoas.
Desviei-me do assunto (e sou capaz de me ter denunciado sem querer). Peço desculpa. Manter o pessoal acordado é o objectivo. Porque já se sabe que àquela hora, a tentar combater o sono, o pessoal papa tudo. Principalmente se forem gajas boas a vender o produto.
Então, pergunto, porquê o… Quimbé?
Notem, eu aceito e compreendo que as mulheres também tenham direito à sua cota parte de acção. Tudo bem. Aceito isso sem reservas. Só que, falando de nomes mais conhecidos, nós estamos a ver uma Diana Chaves, ou uma Marisa Cruz e elas estão a ver um sujeito que faz o Batatinha parecer um professor catedrático.
Quimbé! Será diminutivo de Joaquim Barnabé? Que raio de nome é esse? Castigo? É para manter o pessoal acordado? É? Consegue? À custa de buzinas e campainhas e caretas parvas, lá se vai safando.
E lá vai convencendo algumas pessoas, que ou partilham do seu nível mental ou se compadecem com ele, a ligar para lá. No meu caso liguei duas vezes, mas foi para o Miguel Bombarda e para o Júlio de Matos a pedir que fizessem uma contagem dos pacientes. Pensei que ele pudesse estar internado por pensar que tinha jeito para ser apresentador de televisão. Não era o caso.
O meu problema é que sou a favor da equidade e como esta funciona nos dois sentidos, o meu medo é que o Quimbé seja tomado como ponto de referência e em vez de gajas boas a animar as nossas noites e um Quimbé para as mulheres, passemos a ter réplicas da palhaça Teté. Sem dúvida que isso iria manter o pessoal acordado (ou a ter pesadelos) mas, por favor, NÃO O FAÇAM!!!